Arquivos mensais

março 2019

Susanna Lira, uma diretora do cacildis

No encerramento última edição do Festival do Rio de Cinema, a diretora Susanna Lira mal conseguia carregar todos os seus troféus Redentor. Seu longa “Torre das Donzelas” tinha acabado de receber três prêmios: Melhor Longa-Metragem de Documentário pelo Júri e pelo Voto Popular, além de Melhor Direção de Documentário. O filme promove um reencontro, 40 anos depois, da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela durante a Ditadura Militar – que alguns sem-noção ainda pensaram na hipótese vergonhosa

Panela velha: Opus e Café Gaúcho

Tá andando pelo Centro, seja a trabalho ou passeando? Pare por um momento e se alivie do calor da cidade em dois de seus estabelecimento mais tradicionais. A dica de hoje é um par: Opus Bar e Café Gaúcho, o primeiro fez 50 anos e o segundo 83. Não é pouca coisa não. E vou te falar, para sobreviver – ainda mais atualmente – no centro da cidade, tem que ser mesmo muito bom. E ambos são! Do Opus (Rua

Rasga Mortalha de Thiago Martins de Melo

A primeira vez que vi uma obra de Thiago Martins de Melo foi em 2016, na exposição “A Cor do Brasil”, no Museu de Arte do Rio. Aquela monumentalidade, explosão de cores, brasilidade pulsante e violenta, foi de tamanho impacto que era quase uma catedral a ser reverenciada. A mesma sensação de sublime senti pela pintura “Tirésias revela a vinda de São Sebastião sob a proteção de Exu 2 cabeças”, parte do Queermuseum, nas Cavalariças do Parque Lage. O artista

Mulheres presentes na arte

A luta pela igualdade de gênero é a palavra de ordem nas no mercado das artes visuais. Exposições em que a arte produzida por mulheres está em voga ocupam diferentes espaços da cidade (museu, centro cultural e galeria) com diferentes vozes e linhas de pesquisa. Mulheres na Coleção do MAR A primeira delas ocupa o Museu de Arte do Rio com trabalhos de 150 artistas brasileiras e estrangeiras, incluindo Adriana Varejão, Abigail de Andrade, Beatriz Milhazes, Célia Euvaldo, Jenny Holzer,

Vegetarianismo para um mundo melhor

Nunca comi um bife na vida. Aliás, na infância tinha calafrios das idas familiares à churrascaria Majórica em Petrópolis, onde o garçom sempre oferecia a carne já com o espeto no meu prato formando uma assustadora pocinha de sangue. Não existiam ainda aqueles simpáticos avisos de “Não, obrigado”, para colocar em destaque na mesa. E ainda demoravam para repor os pães de queijo. Cresci, aumentei minhas opções de cardápio (apesar do paladar infantil), mas ainda passo fome em churrascos. Adoro

Calçadão ou areia?

Olá! Sejam bem-vindos ao Posto 8. Um site, blog, diário ou mais um conteúdo flutuante na Internet para divagações e dicas sobre o que gostamos – e recomendamos para nossos amigxs. Foram meses de pesquisa de mercado, benchmarketing, design thinking, networking, canvas e pivotagem. Só que não. Como seres old school, que nasceram antes de 1980, ainda estamos mergulhando de cabeça, sem ensaio, metas ou objetivos definidos. Esperamos que vocês gostem. Caso contrário, tudo de boa. A praia é imensa